Aquando da visita ao Museu de Vieira da Silva em Campo de Ourique, Lisboa, em finais de fevereiro, deparei-me com um edifício imponente, cuja existência desconhecia e que faz parte do Museu da Água. É o Reservatório da Mãe d´Agua das Amoreiras (Campo de Ourique) e fui à descoberta.
«A entrada em Lisboa do Aqueduto das Águas Livres, marcada
pelo arco da Rua das Amoreiras, realizado pelo arquitecto húngaro Carlos
Mardel, entre 1746 e 1748, fechou-se no Reservatório da Mãe
d’Água das Amoreiras».
.........
«Atualmente,
o Reservatório da Mãe d’Água apresenta-se como um espaço amplo,
luzente e unificado, sugerindo o seu interior a planta de uma igreja estilo
Salão, propondo a sacralidade do espaço.
A água das nascentes jorra
da boca de um golfinho sobre uma cascata, construída com pedra transportada das
nascentes do Aqueduto das Águas Livres, e converge para o tanque de sete metros
e meio de profundidade, que apresenta uma capacidade de 5.500 m3. Do tanque
emergem quatro colunas que sustentam um tecto de abóbadas de aresta que, por
sua vez, suporta o magnífico terraço panorâmico sobre a cidade de Lisboa.
Na frente ocidental deste
reservatório encontra-se a Casa do Registo, local onde se controlavam os
caudais de água que partiam para os chafarizes, fábricas, conventos e casas
nobres». (Daqui)
Partilho algumas imagens
Clique para ampliar
Conduta de água
A cascata
Espero que tenham apreciado.
Um local muito aprazível e do terraço tem-.se uma vista maravilhosa sobre Lisboa e o Tejo, que mostrarei no próximo post!
As visitas aos museus, por agora, estão suspensas
até que Deus queira.
Fiquemos em casa, recordando momentos vividos.
Fotos Ailime
23.02.2020